quarta-feira, 8 de abril de 2015

EXEMPLO DE ENTREVISTA ABERTA






É quando numa uma conversação qualquer, se a inter compreensão entre transmissor e o telespectador torna-se duvidosa, assim o mesmo pode também participar da matéria, dando opiniões e respondendo perguntas sobre a notícia que está sendo passada, entre outras pessoas  também participando.

Exemplo de Chat

Internautas entrevistam ao vivo Fabíola Reipert. Nesse chat, a própria entrevistada escolhe quais perguntas responde dentro de um tempo determinado. O R7 possui o canal RChat, cujo diferencial de interatividade está no uso exclusivo do aplicativo para a participação. Entrevistas anteriores ficam no arquivo do site.


4.2 A hiperligação como ferramenta da escrita hipertextual

A técnica de redação jornalística e a linguagem utilizada na imprensa simplificam a informação para que o leitor entenda o que está sendo dito, desta forma a web além de fazer com que com que o leitor entenda a notícia serve como um guia para o leitor, o conjunto de nós informativos são ligados por hiperligações esta rede informativa exige ao leitor algumas competências no campo da interatividade, mas ao mesmo tempo faz com que ele caminhe livremente podendo escolher o assunto a ser abordado.
  Sendo assim existem algumas regras, as hiperligações devem ser distribuídas de forma homogênea, porque funcionam como âncoras saltando as linhas do texto, elas são grafadas com cores diferentes, porém a concentração de hiperligação não se torna positiva, pois dificulta a decodificação da mensagem.
  A segunda regra assinala que é vantajoso indicar ao leitor o tipo de bloco informativo para a qual se direciona a hiperligação como foto, vídeo.
  A terceira regra relaciona-se com a colocação de hiperligação no meio das frases, desta maneira pode significar uma saída para outro bloco informativo sem que o leitor tenha lido o parágrafo onde se encontrava, sendo assim a hiperligação deve ser colocada no final da frase já que é uma informação mais aprofundada.
Uma quarta regra são as palavras que devem ser colocadas para ajudar o leitor a optar por clicar na hiperligação, por isso as palavras devem estar relacionadas ao bloco de destino, assim os recursos permitem que o leitor faça uma leitura apoiada através das hiperligações.

1. Do Texto ao Hipertexto


 A palavra “texto” tem origem de “textum”, a qual significa tecido ou entrelaçamento. Na Web o texto é uma tessitura informativa formada por um conjunto de blocos informativos ligados através de hiperligações (links), ou seja, num hipertexto.

A palavra hipertexto, foi utilizada pela primeira vez nos anos 60 por Theodor Nelson, que a definiu como um texto com várias opções de leitura que permite ao leitor efetuar uma escolha.

Com o tempo esta definição inicial de Nelson foi atualizada por vários autores:

Conklin (1987) o define como um conjunto de documentos ligados a objetos de uma base de dados através de ligações ativadas por um mouse e apresentados numa tela.

Lévy (1993) define texto modular como um conjunto de nós (palavras, páginas, imagens, gráficos, etc.) ligados por hiperligações, permitindo ao leitor desenhar o seu próprio percurso de leitura dentro de uma rede mais ou menos complexa.

Nielsen (1995) define a hipertextualidade como a possibilidade de usar uma hiperligação para ligar dois nós informativos, normalmente o nó âncora ao nó de destino. Ele destaca a ideia da não sequencialidade do hipertexto e a liberdade de navegação oferecida ao leitor.

Landow (1995) reforça esta ideia de fragmentação do texto e as diversas possibilidades de leitura oferecidas, mas alerta para a ameaça do texto se transformar num caos.

Codina (2003) apoia a não sequencialidade de um hiperdocumento, mas introduz a necessidade de uma certa composição interna, embora os seus elementos constituintes possam não ser homogéneos.

Salaverría (2005) afirma que hipertexto resulta da aplicação da hipertextualidade e define-a como a capacidade de ligar textos digitais entre si.

Moraes e Jorge (2011), definem o hipertexto como um modo de organização textual cuja função é unir sentidos contextual dos blocos informativos.

Embora se insista na importância da não sequencialidade do hipertexto para possibilitar diferentes itinerários de leitura, defende-se que cada bloco informativo tente ajudar o leitor a situá-lo no contexto temático e na macroestrutura do documento.

Por fim, passados mais de 50 anos a forma mais simples de definir hipertexto ainda é a de Theodor  Nelson. Lembrando que de uma forma mais ou menos complexa, as definições incluem sempre dois elementos nucleares: nós e links, ou seja, blocos informativos e hiperligações.

 

5.6 - Tipologias de utilizadores



De acordo com o texto, as pessoas que possuem e utilizam a internet são definidas como “utilizadores”. Dentro disso, existem divisões para a participação de uma pessoa na internet, conforme a utilização dela. Existe a proposta de Martínez Rodríguez (2005), que diferencia entre “utilizadores leitores” e “utilizadores produtores”. Os leitores usam a internet para realizar pesquisas, consultas, mas não participam com suas publicações na rede. Diferente dos produtores, que contribuem para a rede, criando seus próprios conteúdos, publicando na internet.

Entre os “utilizadores produtores”, existe outras duas divisões:
- “Utilizadores reativos” (participam em pesquisas, fóruns, comentários)
- “Utilizadores proativos” (tomam a iniciativa nas suas contribuições para a Rede, criando blogues, por exemplo.)

Por último, Martínez Rodríguez classifica três formas de participação:
- “Participação prévia” (aqueles que elaboram conteúdos)
- “Participação posterior ou acrescentada” (acrescentam o texto original, mas não modificam seu verdadeiro conteúdo)
- “Co-participação ou coprodução” (participam de forma simultânea e elaboram conjuntos de conteúdos)

Em 2011, Forrester classificou os usuários em sete perfis diferentes com base nas suas atividades na internet: criadores (publicam conteúdos próprios na Web), conversadores (Atualizam as suas redes sociais, postam no Twitter), críticos (comentam emblogues, wikis), coletores (divulgam conteúdos), membros (mantêm perfis em Redes sociais), espectadores (leem blogues, redes sociais, vídeos) e inativos (nenhuma das opções anteriores).

Exemplos de Infografia



Infografia
A infografia é uma junção entre imagem e texto, onde juntos transmitem uma informação por várias vias de linguagem. Vejamos como exemplo a matéria do Jornal de Notícias, que explica “Tudo que se precisa saber sobre o eclipse”, publicada dia 18/03/2015.
Neste primeiro momento observamos a introdução sobre a tema que vai ser abordado. E se clicarmos na seta, do canto direito inferior, obteremos mais informações assim consecutivamente.