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- 1- Introdução
- 1. Do Texto ao Hipertexto
- 1.1 Blocos Informativos
- 1.2 : Hiperligações: Tipologia
- 2. Técnicas de redação jornalística: o que muda com o hipertexto
- 3. Arquitetura da notícia na Web: propostas (Parte 1)
- 4. Técnicas de Redação Hipertextual
- 4.1 Blocos Informativos
- 4.2 A hiperligação como ferramenta da escrita hipertextual
- 4.3 Notas Finais
- 5. Introdução (Interatividade)
- 5.1 Definição de interatividade
- 5.3 Interatividade Comunicativa
- 5.3 Tipos de Interatividade: Seletiva
- 5.4 Antecedentes nos meios tradicionais
- 5.5 As etapas na interatividade comunicativa
- 5.6 - Tipologias de utilizadores
- Exemplo de Chat
- EXEMPLO DE ENTREVISTA ABERTA
- Exemplos de comentários
- Exemplos de fóruns
- Exemplos de Infografia
- Exemplos de Ligações Hipertextuais
- Exemplos de modalidades de personalização
- Interatividade Comunicativa - Exemplo de Envio de Material
- Motor de busca
- Teste tipos de Interatividade
quarta-feira, 17 de junho de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
EXEMPLO DE ENTREVISTA ABERTA
É quando numa uma conversação qualquer, se a inter compreensão entre
transmissor e o telespectador torna-se duvidosa, assim o mesmo pode também participar
da matéria, dando opiniões e respondendo perguntas sobre a notícia que está
sendo passada, entre outras pessoas também participando.
Exemplo de Chat
Internautas entrevistam ao vivo Fabíola Reipert. Nesse chat, a própria entrevistada escolhe quais perguntas responde dentro de um tempo determinado. O R7 possui o canal RChat, cujo diferencial de interatividade está no uso exclusivo do aplicativo para a participação. Entrevistas anteriores ficam no arquivo do site.
4.2 A hiperligação como ferramenta da escrita hipertextual
A técnica de redação jornalística e a linguagem utilizada na
imprensa simplificam a informação para que o leitor entenda o que está sendo
dito, desta forma a web além de fazer com que com que o leitor entenda a
notícia serve como um guia para o leitor, o conjunto de nós informativos
são ligados por hiperligações esta rede informativa exige ao leitor algumas
competências no campo da interatividade, mas ao mesmo tempo faz com que ele
caminhe livremente podendo escolher o assunto a ser abordado.
Sendo assim existem
algumas regras, as hiperligações devem ser distribuídas de forma homogênea,
porque funcionam como âncoras saltando as linhas do texto, elas são grafadas com
cores diferentes, porém a concentração de hiperligação não se torna positiva,
pois dificulta a decodificação da mensagem.
A segunda regra
assinala que é vantajoso indicar ao leitor o tipo de bloco informativo para a qual
se direciona a hiperligação como foto, vídeo.
A terceira regra
relaciona-se com a colocação de hiperligação no meio das frases, desta maneira
pode significar uma saída para outro bloco informativo sem que o leitor tenha
lido o parágrafo onde se encontrava, sendo assim a hiperligação deve ser
colocada no final da frase já que é uma informação mais aprofundada.
Uma quarta regra são as palavras que devem ser colocadas
para ajudar o leitor a optar por clicar na hiperligação, por isso as palavras
devem estar relacionadas ao bloco de destino, assim os recursos permitem que o
leitor faça uma leitura apoiada através das hiperligações.
1. Do Texto ao Hipertexto
A palavra “texto” tem origem
de “textum”, a qual significa tecido ou entrelaçamento. Na Web o texto é
uma tessitura informativa formada por um conjunto de blocos informativos
ligados através de hiperligações (links), ou seja, num hipertexto.
A palavra hipertexto, foi
utilizada pela primeira vez nos anos 60 por Theodor Nelson, que a definiu como um
texto com várias opções de leitura que permite ao leitor efetuar uma escolha.
Com o tempo esta definição
inicial de Nelson foi atualizada por vários autores:
Conklin (1987) o
define como um conjunto de documentos ligados a objetos de uma base de dados
através de ligações ativadas por um mouse e apresentados numa tela.
Lévy (1993) define texto
modular como um conjunto de nós (palavras, páginas, imagens, gráficos, etc.)
ligados por hiperligações, permitindo ao leitor desenhar o seu próprio percurso
de leitura dentro de uma rede mais ou menos complexa.
Nielsen (1995) define
a hipertextualidade como a possibilidade de usar uma hiperligação para ligar
dois nós informativos, normalmente o nó âncora ao nó de destino. Ele destaca a
ideia da não sequencialidade do hipertexto e a liberdade de navegação oferecida
ao leitor.
Landow (1995)
reforça esta ideia de fragmentação do texto e as diversas possibilidades de
leitura oferecidas, mas alerta para a ameaça do texto se transformar num caos.
Codina (2003) apoia
a não sequencialidade de um hiperdocumento, mas introduz a necessidade de uma
certa composição interna, embora os seus elementos constituintes possam não ser
homogéneos.
Salaverría (2005) afirma que
hipertexto resulta da aplicação da hipertextualidade e define-a como a capacidade
de ligar textos digitais entre si.
Moraes e Jorge (2011), definem
o hipertexto como um modo de organização textual cuja função é unir sentidos contextual
dos blocos informativos.
Embora se insista na
importância da não sequencialidade do hipertexto para possibilitar diferentes
itinerários de leitura, defende-se que cada bloco informativo tente ajudar o
leitor a situá-lo no contexto temático e na macroestrutura do documento.
Por fim, passados mais de 50
anos a forma mais simples de definir hipertexto ainda é a de Theodor Nelson. Lembrando que de uma forma
mais ou menos complexa, as definições incluem sempre dois elementos nucleares:
nós e links, ou seja, blocos informativos e hiperligações.
5.6 - Tipologias de utilizadores
De acordo com o texto, as pessoas que possuem e
utilizam a internet são definidas como “utilizadores”. Dentro disso, existem
divisões para a participação de uma pessoa na internet, conforme a utilização dela.
Existe a proposta de Martínez Rodríguez (2005), que
diferencia entre “utilizadores leitores” e “utilizadores produtores”. Os
leitores usam a internet para realizar pesquisas, consultas, mas não participam
com suas publicações na rede. Diferente dos produtores, que contribuem para a
rede, criando seus próprios conteúdos, publicando na internet.
Entre os “utilizadores produtores”,
existe outras duas divisões:
- “Utilizadores reativos” (participam
em pesquisas, fóruns, comentários)
- “Utilizadores proativos” (tomam a
iniciativa nas suas contribuições para a Rede, criando blogues, por exemplo.)
Por último, Martínez Rodríguez
classifica três formas de participação:
- “Participação prévia” (aqueles que elaboram
conteúdos)
- “Participação posterior ou
acrescentada” (acrescentam o texto original, mas não modificam seu verdadeiro
conteúdo)
- “Co-participação
ou coprodução” (participam de forma simultânea e elaboram conjuntos de conteúdos)
Em 2011, Forrester
classificou os usuários em sete perfis diferentes com base nas suas atividades
na internet: criadores (publicam
conteúdos próprios na Web), conversadores (Atualizam as
suas redes sociais, postam no Twitter), críticos
(comentam emblogues,
wikis), coletores (divulgam conteúdos),
membros (mantêm perfis em Redes sociais), espectadores (leem blogues, redes sociais, vídeos) e inativos (nenhuma das opções
anteriores).
Exemplos de Infografia
Infografia
A infografia é uma junção entre imagem e texto, onde juntos
transmitem uma informação por várias vias de linguagem. Vejamos como exemplo a matéria
do Jornal de Notícias, que explica “Tudo que se precisa saber sobre o eclipse”,
publicada dia 18/03/2015.
Neste primeiro momento observamos a introdução sobre a tema que vai ser abordado. E se clicarmos na seta, do canto direito inferior, obteremos mais informações assim consecutivamente.
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