Quando começamos a estudar o
desenvolvimento do jornalismo no uso das tecnologias, normalmente é feito um
eixo nas mudanças, podendo muitas vezes perdermos as sobrevivências e os
antecedentes que tínhamos neste caminho.
Os antecedentes nos meios tradicionais
têm a interatividade seletiva e a interatividade comunicativa muito claros. Porém
o jornal impresso disponibiliza uma grande parte de interatividade seletiva,
pois o leitor pode verificar o ritmo e a frequência da exposição.
As possibilidades de interatividade
comunicativa que a televisão nos oferece são extremamente limitadas. Ela
utiliza o controle remoto para comandar a interatividade seletiva.
O rádio consegue diferenciar as
interatividades, pois ele é o meio menos interativo. Não podemos voltar, nem
avançar, devemos esperar que as coisas aconteçam. Suas mensagens são mostradas
de forma linear e sequencial. Porém o rádio tem uma grande abertura a
interatividade comunicativa, um exemplo é o público podendo participar de um
programa por uma simples chamada telefônica.
William Martins.
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